Aplicativo Lady Driver quer crescer com franquia

A fundadora, Gabryella Corrêa, criou o Lady Driver após sofrer assédio de um motorista que chamou por aplicativo. Foto: Div.

Lady Driver foi criada após a fundadora, Gabryella Corrêa, sofrer assédio de um motorista em um carro que chamou por aplicativo. Após o ocorrido, Gabryella decidiu que não queria mais ver mulheres passando a mesma situação. Por este motivo, lançou a empresa que tem o propósito de oferecer segurança e liberdade para todas as mulheres se locomoverem pelas cidades. O projeto nasceu em 8 de março de 2017, Dia Internacional da Mulher.

Apenas usuárias mulheres podem se cadastrar e solicitar um carro. Se estiverem acompanhadas de um amigo ou namorado, devem avisar a motorista antes, que pode aceitar ou não a corrida. A Lady Driver tem 80 mil motoristas cadastras e hoje o aplicativo já está em 24 cidades e possui 1,5 milhão de passageiras em sua base.

Em uma pesquisa feita pelo instituto Patrícia Galvão e Locomotiva, 97% das mulheres já sofreram assédio no transporte público ou privado, ou seja, esta é uma dor quase unânime entre o sexo feminino. Agora, a Lady Driver quer resolver este problema em todas as cidades do país, por meio de sua expansão em um modelo ao estilo franquia. Além disso, o aplicativo tem um botão de emergência quando a motorista se sentir em uma situação de perigo. Ou seja, por toda essa preocupação que o aplicativo tem com as mulheres e por hoje se tornar uma renda de trabalho para elas, o índice de ocorrência com violência acaba sendo zero.

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