Audaciosa chega para fortalecer as mulheres

AUDACIOSA é uma rede social criada por duas irmãs pernambucanas com objetivo de tornar mulheres CIS e trans protagonistas de suas próprias vidas, sendo quem (e quantas) elas queiram ser. “Esta é uma comunidade para que juntas, mulheres se desenvolvam pessoal e profissionalmente”, afirma a engenheira de software, CEO e fundadora da rede, Elaine Manoelle.

Para participar da comunidade, que é exclusivamente para mulheres CIS e trans, é necessário criar um cadastro e fazer login. Há um controle de privacidade para que cada usuária selecione o que quer compartilhar de modo privado ou público. Entretanto, a visualização dos conteúdos públicos é aberta para todos, para que principalmente recrutadores e head hunters possam realizar suas buscas por candidatas, e, caso queiram focar em diversidade, filtrar por recortes sociais, como negra, LGBTQI+, periférica, trans e PCD.

A fundadora reforça que a ideia é fomentar a diversidade dentro das empresas, além de permitir que mulheres se ajudem. “Não é apenas uma rede social, é também um banco de dados, uma espécie de catálogo de mulheres competentes e talentosas prontas para as oportunidades”.

Ao lado de sua irmã, Emilly Kamile, fundou a Business Woman Empire (BWE), empresa de tecnologia especializada no desenvolvimento de sites e lojas virtuais. AUDACIOSA é mais um de seus projetos: trata-se de um movimento de desenvolvimento pessoal feminino, com plataforma própria, em que as mulheres podem se ajudar, compartilhar dicas, vagas, cursos, trocar experiências, fazer permutas, oferecer e consumir serviços e produtos umas das outras, e muito mais. “A ideia é que a plataforma funcione para impulsionar mulheres na construção de impérios individual e coletivamente”, define a CEO.

A AUDACIOSA já está em funcionamento na versão web (que é responsiva e funciona perfeitamente no celular) e a previsão é que até julho seja lançado o aplicativo. Elaine revela que já conta com um time de nove embaixadoras e muita produção de conteúdo na plataforma e em outras redes sociais, como por exemplo um canal no Youtube, para mover estruturas e despertar a audácia em mulheres e meninas no Brasil inteiro. “Eu e minha irmã somos autoras do projeto, mas não queremos construir isso sozinhas. Sabemos que quanto mais diversidade em uma equipe, mais disruptiva e representativa ela vai ser”, afirma ela.

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