Modem X Roteador: confira a diferença

Para usuários domésticos, o modem com roteador é suficiente para as necessidades básicas. Imagem: Adobe Stock.

Quando o assunto é conectividade, o modem e o roteador são as opções mais populares. Apesar de serem confundidos entre si, estes dois tipos de hardware possuem diferenças significativas de funções. Enquanto o primeiro é responsável por decodificar a internet que chega do provedor para a residência, o segundo tem a função de distribuir o sinal para os dispositivos. No mercado também existem as versões híbridas, ou seja, que servem para as duas funções. Mas qual de fato são os diferenciais de cada um deles?

Modem

Quando se contrata um plano de internet é necessário ter um aparelho que possibilite que ele seja acessado. O modem é o dispositivo responsável por receber os dados dos provedores de internet. “Ele geralmente é fornecido pela própria operadora e permite que o sinal por ela enviado chegue até a casa ou apartamento de forma estável”, explica o diretor nacional de vendas da TP-Link Brasil, Marcello Liviero.

O diretor comenta que dispositivos como computadores ou celulares só são capazes de processar sinais digitais, e não os analógicos. Sendo assim, é o modem que vai transformar esse sinal analógico, originado do seu provedor de internet, por exemplo, em digital e vice-versa. “Ele não só recebe informações da internet, mas também envia”, destaca.

Roteador

O roteador é responsável por distribuir a internet para um ou mais dispositivos, seja via cabo de rede, ou pelo Wi-Fi. “Ele executa o trabalho de receber a conexão de internet do modem, e a compartilha na sua rede privada, além de administrar todos os equipamentos conectados”, afirma Liviero.

Quando um computador ou celular, por exemplo, se conecta à rede, o roteador o identifica e fornece um endereço IP, que será seu endereço na rede. Com isso, ele permite o acesso do aparelho às redes interna e externa, fazendo o tráfego de dados.

Opções híbridas

Para os usuários domésticos, o modem com roteador, fornecido por algumas empresas de telefonia e internet, é suficiente para as necessidades básicas. Liviero comenta que com esse modelo é possível executar o trabalho de receber o sinal de internet, ao mesmo tempo em que se encarrega de administrar todos os dispositivos conectados nele.

Em casos de casas maiores que demandam mais cobertura de sinal, escritórios ou para clientes que esperam a melhor performance em suas experiências, e que exigem uma conexão rápida, sem interrupções, um “modem com roteador integrado” pode não ser suficiente. “No geral, eles costumam ser mais básicos e podem ter pouco alcance, dependendo do local e como forem instalados. Nessas situações, é mais recomendado investir em um roteador de alta performance, e configurar a opção híbrida para funcionar só como um modem”, ressalta.

 

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